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Com corte de 30% no orçamento, universidades federais gaúchas correm risco de fechar as portas

Com corte de 30% no orçamento, universidades federais gaúchas correm risco de fechar as portas

Após o anúncio do Governo Federal de um corte de 30% no orçamento de universidades federais, algumas instituições do Rio Grande do Sul se manifestaram através de notas oficiais, afirmando que, com o bloqueio, correm severo risco de fechar as portas. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense, publicou no site oficial que “este bloqueio atingiu o orçamento de custeio e de investimento de forma direta, ficando fora do corte apenas os recursos previstos para a Assistência Estudantil”. Como consequência, de acordo com a publicação, “os cortes afetarão a oferta de bolsas em projetos de ensino, pesquisa e extensão, além de visitas técnicas e estágios, a continuidade de obras nos campus, a aquisição de laboratórios e equipamentos e todos os serviços terceirizados”.

O Centro Acadêmico Florestan Fernandes do curso de Ciências Sociais da UFPel também divulgou, nas redes sociais, que “se não houver recuo por parte do governo nessa medida, a UFPel terá suas portas fechadas em setembro deste ano”.

Presente à Festa Nacional da Cavalaria, em Tramandaí, na manhã de sábado (4), o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que a redução de 30% no orçamento das universidades federais, anunciado esta semana pelo ministro da Educação, não é um corte e sim um contingenciamento.

Mourão repetiu o que disse o MEC em comunicado: que a decisão “pode ser suspensa” se for aprovada a reforma da Previdência ou se a economia der sinais de retomada. Ele já havia afirmado que o corte é uma questão técnica, não ideológica.

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