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Paraguai reforça controle de pesticidas ilegais

O Paraguai promete fortalecer seu processo de controle e verificação da entrada de produtos vegetais e agroquímicos no país. O Serviço Nacional de Qualidade e Sanidade Vegetal e de Sementes (Senave) assinou um acordo de cooperação com o PPC (Porto Privado Campestre, na sigla em espanhol).

O Porto Privado Campestre é um das dezenas de portos secos particulares autorizado a atuar no Paraguai. O local já foi investigado e acusado de facilitar a entrada de produtos piratas, clandestinos  e ilegais no país vizinho. As denúncias sempre foram rechaçadas pelo proprietário do PPC, Ever Borja Rojas. O novo acordo parece querer fortalecer a imagem de transparência.

Representantes de ambas instituições indicaram que o acordo surge da “necessidade de racionalizar e otimizar os serviços prestados para os produtores rurais, empresas da agroindústria e fornecedores de insumos agrícolas em geral, elevando os padrões de qualidade. A cooperação inclui a execução de uma agenda de trabalho, bem como a transferência de conhecimento, intercâmbio e disseminação de dados, informações e experiências entre as duas instituições”.

Como parte do acordo, a Puerto Campestre S.A. pretende fornecer ao Senave paraguaio, além de infraestrutura física, os equipamentos de informática, comunicação e todo os demais necessários para o bom funcionamento do Serviço no local.

O documento foi assinado neste mês de Dezembro pelo responsável do Senave, o engenheiro agrônomo Rodrigo Gonzalez Navarro, e o presidente da Puerto Campestre S.A., Ever Borja Rojas, nos escritórios administrativos do PPC em Ciudad del Este, na província do Alto Parana.