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RS se prepara para o “Dia D” contra a gripe, neste sábado

RS se prepara para o “Dia D” contra a gripe, neste sábado

Integrado à campanha nacional de vacinação contra a gripe, o Rio Grande do Sul terá neste sábado mais de 1,8 mil salas e postos de saúde abertos para o “Dia D” de imunização. Desde o início da ofensiva (aberta oficialmente em Porto Alegre pelo governo federal há quase um mês), cerca de 1,2 milhão de pessoas já receberam a dose contra o vírus influenza em todo o Estado.

Ao todo, aproximadamente 3,8 milhões de pessoas residentes em todo o Estado estão incluídas nos segmentos populacionais considerados prioritários. São eles as crianças com idade entre 6 meses e 6 anos, as grávidas, as puérperas (mãe com até 45 dias pós-parto), trabalhadores da saúde, idosos (60 anos ou mais), professores, policiais, bombeiros e militares, além de doentes crônicos, obesos e transplantados.

De acordo com o Ministério da Saúde, todos esses indivíduos devem ser vacinados antes da chegada do inverno (21 de junho). A orientação se dá em virtude do tempo necessário para que os anticorpos proporcionem o grau máximo de proteção. Para a dose começar a ser efetiva, são necessários em torno de 15 dias após a aplicação, enquanto o maior efeito costuma chegar em um mês.

Em alguns grupos que se caracterizam por uma imunidade mais frágil (idosos, por exemplo), esse período até que a vacina passe a proteger de forma mais completa pode demorar ainda mais: em vez de quatro semanas (um mês), o prazo pode chegar a seis semanas (um mês e meio).

As condições do inverno favorecem a proliferação dos vírus da gripe no ambiente. Isso porque, em um cenário com temperaturas mais baixas, as pessoas permanecem mais tempo em locais fechados e pouco arejados, facilitando assim a transmissão por meio de tosses e espirro. O vírus da influenza também fica mais tempo em suspensão no ar com o clima frio e seco, característico do inverno.

Elaborada com vírus mortos e que não possuem a capacidade de gerar a gripe em quem recebe a dose, a vacina contra a doença oferece segurança e não causa a doença. A garantia do Ministério da Saúde e do governo do Estado é reforçada por profissionais do setor e representantes de entidades médicas como a Sociedade Brasileira de Imunizações .

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