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Terceiro processo sobre Lula está pronto para ser julgado

Terceiro processo sobre Lula está pronto para ser julgado

Condenado a 12 anos e um mês de prisão no processo do triplex do Guarujá e já cumprindo pena, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá receber nova sentença a qualquer momento. A ação apura se o ex-presidente aceitou um terreno para construção do Instituto Lula, em São Paulo, e um apartamento ao lado do seu, em São Bernardo do Campo, da Odebrecht, em troca de benefícios à empresa em contratos com a Petrobras. O processo está com a juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, para julgamento desde 5 de novembro.

Os advogados de Lula e Paulo Melo, também réu na ação, ingressaram com pedidos para serem novamente interrogados, alegando que a sentença não seria proferida pelo juiz que ouviu as partes. As audiências foram conduzidas pelo juiz Sergio Moro, que entrou em férias e vai se exonerar para assumir o Ministério da Justiça e da Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro. Gabriela Hardt negou os pedidos.

“Observo que os depoimentos das testemunhas e dos acusados foram todos gravados em mídia audiovisual e estão à disposição do Juízo, que irá analisá-los oportunamente, antes da prolação da sentença”, decidiu a juíza.

No processo do triplex, em que Lula foi condenado a 9 anos e seis meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro por Moro, a sentença levou 21 dias para sair após a juntada das alegações finais das partes. A pena foi ampliada para 12 anos e um mês pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

Se o tempo para julgamento for semelhante no processo do Instituto Lula, o petista poderá ser condenado ou absolvido ainda no mês de novembro.

Processo do sítio de Atibaia

No processo do sítio de Atibaia já foram concluídas as etapas de depoimentos de testemunhas e interrogatórios dos 13 réus. A ação apura se Lula recebeu propina da Odebrecht e OAS por meio de reformas feitas em um sítio frequentado por ele em Atibaia, em troca de benefícios às empresas em contratos com a Petrobras.

Fonte: GaúchaZH / Foto: Divulgação

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